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WORK-LIFE BALANCE

Encontrei o amor onde menos esperava
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Encontrei o amor onde menos esperava

“Encontrei o amor onde menos esperava” é o meu regresso ao romance. É um livro que fala de amor, de descoberta, de recomeço, de amizade, de partilha e de mudança. Uma enorme aventura, que tem como cenário o Alentejo e como protagonista uma mulher em busca da felicidade.

Como está o coração dos nossos
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Como está o coração dos nossos?

Este tema “Como está o coração dos nossos?” surgiu-me pela escuta de muitas conversas de amigos e familiares, onde senti que estamos todos um pouco perdidos sem saber ao certo o que são as nossas novas rotinas, o que já podemos e o que ainda não podemos fazer. E, tudo isso, sem nos apercebermos, acabou por afectar também aquilo que nós comunicamos, ou não, com os nossos.

medo
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Não tenha medo de mim!

Viajei recentemente a Madrid, em trabalho, e a experiência de passar por aeroportos e viajar de avião foi, no mínimo, muito estranha. Não pelas regras de segurança, porque a essas adaptamo-nos facilmente depois de mais de um ano de pandemia. Não por todas as exigências burocráticas, que uma vez mais, são fáceis de entender. Isso não assusta, nesta altura. Isso é só normal. O que assusta é a forma como hoje as pessoas lidam umas com as outras.

motivação e a poupança
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Motivação e poupança

A motivação é muito importante em tudo e na nossa saúde financeira não deve fugir à regra, pois pode ditar uma preparação para um futuro mais próspero. Conheça algumas estratégias para conseguir aliar a motivação à poupança.

As verdadeiras heroínas
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As verdadeiras heroínas

As verdadeiras heroínas somos todas nós, mulheres. Cada uma na sua condição. Cada uma no seu desafio. Cada uma no seu caminho. Hoje, e principalmente com a chegada desta pandemia, as mulheres provaram uma vez mais a sua capacidade de ser multi-tasking e de congregar muitos papéis com eficiência.

violência doméstica
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Violência doméstica: Basta!

Hoje é um dia duro. É o Dia de Luto Nacional pelas Vítimas de Violência Doméstica. E elas são tantas. Infelizmente, continuam a ser tantas. Não podemos esquecer as que já partiram e não podemos abandonar as que cá estão. E atenção às novas gerações, porque os números de violência no namoro são altamente preocupantes.